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Sanepar faz debate com comunidade de Porecatu

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Em reunião na Câmara Municipal, vereadores e moradores esclareceram dúvidas sobre contrato com a prefeitura e nova tarifa

No encontro Comunidade Sanepar realizado na noite de sexta-feira (14), na Câmara de Porecatu, vereadores e moradores puderam tirar suas dúvidas com relação à prestação de serviços da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) na cidade e à revisão tarifária.

O gerente geral da Sanepar para a Região Nordeste, Sérgio Bahls, e o gerente regional da empresa em Arapongas, Rodrigo Junqueira, apresentaram dados sobre os serviços na cidade e responderam todas as perguntas. Nos últimos cinco anos, a Sanepar investiu R$ 5,6 milhões em Porecatu.

O prefeito Fábio Andrade explicou que a prefeitura e a Sanepar retomaram as negociações de um novo contrato entre as partes. “Já houve duas reuniões de uma comissão formada por representantes da prefeitura e da Sanepar. Em breve, faremos audiências públicas para que a população participe dessa conversa para chegarmos a um contrato de programa que contemple toda a cidade”, disse.

O presidente da Câmara, vereador Osmar de Oliveira, deixou claro que não é a favor da municipalização do serviço. “Fui verificar as cidades em que os serviços de saneamento são municipais e vi que a qualidade não é tão boa. Vamos adequar o contrato com a Sanepar que está vencido desde 2003”, afirmou. Osmar colocou a Câmara à disposição para fazer este debate.

Com atendimento de 91,6% da população com coleta e tratamento de esgoto, Porecatu ocupa a 7ª posição entre as cidades com maiores índices de saneamento no Paraná. Segundo o gerente regional, a construção de uma estação elevatória de esgoto, prevista para 2018/2019, vai elevar esta cobertura. Junqueira disse ainda que, em parceria com o serviço de Assistência Social da Prefeitura de Porecatu, o benefício da Tarifa Social cresceu de 4,1% para 6,6% das famílias na cidade.

Bahls explicou detalhes do funcionamento do novo modelo de tarifa da Sanepar, que obedece à lei que regulamenta o setor de saneamento no país. Respondeu pergunta sobre a mudança do consumo mínimo de 10 m³ para 5 m³ e informou que, daqui a quatro anos, a tarifa terá um custo fixo e o consumo será cobrado por metro cúbico.

“A revisão tarifária possibilita que a Sanepar continue avançando com serviços de qualidade da água e na coleta e tratamento de esgoto. Em quatro anos, vamos investir R$ 4 bilhões em todo o Estado. Atendemos hoje 71% da população com coleta e tratamento de esgoto, muito acima da média do país, e vamos melhorar ainda mais. A água distribuída pela Sanepar tem toda segurança para a saúde da população, afinal, a nossa missão é promover saúde pública através do saneamento. Agimos com dedicação e responsabilidade”, disse.

Com Ascom Sanepar